CLASSIFICAÇÕES EM CONCURSOS LITERÁRIOS

PREMIAÇÕES LITERÁRIAS

2007 - 1ª colocada no Concurso de poesia "Osmair Zanardi", promovido pela Academia Araçatubense de Letras;

2010 - Menção Honrosa no Concurso Nacional de Contos Cidade de Araçatuba;

2012 - 2ª classificada no Concurso Internacional de Contos Cidade de Araçatuba;

2014 – Menção honrosa Concurso Internacional de Contos Cidade de Araçatuba;

2015 – Menção honrosa no V Concurso Nacional de Contos cidade de Lins;

2015 - PRIMEIRA CLASSIFICADA no 26º Concurso Nacional de Contos Paulo Leminski, Toledo-PR;

2016 – 2ª classificada no Concurso Nacional de contos Cidade de Araçatuba.

2016 - Classificada no X CLIPP - concurso literário de Presidente Prudente Ruth Campos, categoria poesia.

2016 - 3ª classificada na AFEMIL- Concurso Nacional de crônicas da Academia Feminina Mineira de Letras.

2012 - Recebeu o troféu Odete Costa na categoria Literatura

2017 - Recebeu o troféu Odete Costa na categoria Literatura

2017 - 13ª classifica no TOP 35 na 4ª semana de abril de microconto Escambau.

2017 - Classificada no 7º Concurso de microconto de humor de Piracicaba.


domingo, 28 de agosto de 2011

PASSOS, OS MEUS.


Não há mais o navio no porto,
porque o porto partiu para o deserto,
o único.
Não há mais os meus passos na areia,
porque o navio os esmagou.
O casco, o dele, pegou as minhas pegadas,
decalcou-as para torná-las as suas cicatrizes,
culpando-as, as minhas pegadas,
por ele ter me seguido.
O navio, ele não é meu!
O porto, ele não é meu!
O deserto, ele não é meu!
Os passos, os meus passos...
Não deixam mais pegadas na areia.
Ela partiu para o deserto,
o único,
a procura de porto seguro.
Partido, o navio fundeou em meus passos,
calçando o seu percurso,

o único sem partida.


Rita Lavoyer

Página da Fonte de Imagens: http://adamirtorres.blogs.sapo.pt/275882.html


sexta-feira, 26 de agosto de 2011

AUTORES E EDITORAS


O autor e as editoras

Não gosto de escrever muito. O leitor fica cansado, acaba pulando trechos e na maioria das vezes, desistindo da leitura.
Mas determinados assuntos devem ser mostrados com detalhes, pena de ficarem incompletos ou sem essência. Um deles, discutido por todos nós que escrevemos, é a dificuldade de publicar um livro com selo famoso ou mesmo razoável.
É bom que se diga logo no princípio que qualquer editora é uma empresa. Empresas visam lucro, nenhuma quer ir para o vermelho. Que fazem elas? Principalmente, editam autores consagrados, numa repetição por vezes monótona. A maioria dos seus avaliadores já está preparada para recusar trabalhos de autores novos. Um dos quesitos que eles respondem, obrigatoriamente, é se o trabalho é comercial, se vende com facilidade.
O avaliador literário não está preparado para este exame. Ele conhece os bons e os maus trabalhos. Mas não conhece mercado, e estão sujeitos a repetidos erros. Mesmo razoáveis textos podem vender muito, e é fácil acontecer isto. Dependendo do assunto, se for matéria popular ou da moda, o sucesso é quase certo. Vende mesmo. Neste campo encontram-se os livros de auto-ajuda, moda, escândalos e trabalhos por celebridades, tenham ou não valor real.
A indústria do livro também comete o crime de enriquecer usando a famosa fórmula pronta. Geralmente são norte-americanas, que espalham Best Sellers pelo mundo todo, de autores inexpressivos e assuntos até mesmo idiotas, mas com o conteúdo que muitos leitores gostam: amor, sexo e poder.
Do outro lado, os escritores. A maioria é deficiente mesmo, não há como negar, basta ler nos diversos sites para notar a fraqueza deles. Ou pretende agradar, com rapapés ridículos, ou querem aparecer escrevendo de modo difícil, gongórico. Este tempo já passou há alguns séculos, mas existe uma fervorosa insistência. Uma das características é o trecho longo, mas que não diz nada. Estão excluídos das publicações, sem dúvida. Estou referindo-me aos prosadores. Poetas, lidos com cuidado, em vinte deles salva-se um ou dois. Não é sem sentido que as grandes editoras não aceitam poesias para avaliar.
Quem paga caro por tudo isto é o autor de talento, e existem muitos que têm esta qualidade. Mas são renegados pelas medrosas e covardes editoras.
Uma coisa é certa. Com o advento da web, as famosas grandes podem ter sua espinha dorsal quebrada a qualquer tempo. Vão cerrar suas portas.
Não faltam idéias novas, partidas de recentes tendências e homens que sabem manobrar bem melhor com este tipo de empreendimento do que aos atuais editores. Um exemplo foi a impossibilidade de a Civilização Brasileira continuar editando.
Era a maior e mais conceituada editora brasileira. Hoje faz parte de um grupo forte, e não tem mais vida própria.
Há novas idéias no mercado editorial. Não de empreendedores que atuam na atualidade, mas de pessoas bem mais inteligentes.
Muitos perguntarão como sei disto tudo. É fácil. Sou um dos colunistas do Vote Brasil, http://www.votebrasil.com ,um nome no site político brasileiro, ganhador de dois prêmios Ibest, o maior da internet brasileira.
Não há muitos segredos para um colunista político, na vida pública.


Autor - Jorge Sader Filho

www.aduraregradojogo24x7.blogspot.com

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

POALTAM





Quem não poetar não sabe o que é.
Bem fazem os meus amigos que,
na lida de suas penas
desempoeiram almas, abstrando-as.
Na concretude da dor
do grafite no papel,
ou dos dedos no teclado,
simplesmente compõem aglutinações.
Dos poetas, a alma!
Das almas, o poeta!
Poaltam, elevando-nos.
Basta?
Observam o escuro, enxergam nele.
A alma do poeta vê ao longe
aproximando tempo e luz,
velocidade e espaço.
Se falta-me o corpo para alma
O poeta incorpora-me veluz.
Se falta-me alma para o corpo
no tepaço, o poeta alma-me.
Sem distinção ou preconceito,
palavra-me.
Pra que mais,
se tenho tantos amigos iguais!?
Constroem prosas porque têm corpos.
Concretizam poesias porque têm almas.
Ah! Nas suas poéticas emergem o indizível
tornando-o diverso.
Trago na vida os meus amigos de versos,
que sabem da lida melhor que ninguém
a importância que o poeta tem
no pulso que lavra,
e que chora, sem pena,
a dor de não poder poetar.
Dê-lhes passagem, humanidade toda,
porque os meus amigos precisam
produzir vidas.



RITA LAVOYER

PÁGINA DA FONTE DE IMAGENS: http://havidaemmarta.blogspot.com/2010/11/ha-palavras-que-nos-beijam.html

sábado, 20 de agosto de 2011

CANALHAGE

Bicho de Sete Cabeças - Zeca Baleiro
Não demorou e as críticas começaram a surgir naquele relacionamento monótono e fraternal.
_ Não te vejo fazendo nada!
O tom arrancado do final do esôfago não era dos melhores.
_ Nunca viu, não seria agora que veria.
Num tom brando, quase não sendo ouvida, ela lhe respondeu e continuou a remendar o que já estava descosido.
Bancateavam-se *
As desconfianças aumentavam porque ele nunca mais a viu fazendo coisas, uma que fosse.
Pesquisou, pechinchou, instalou câmeras e contratou agentes. Agem perfeitamente onde e quando.
Desconfiada, desconfiado, desconfiaram-se. Agiram.
Ao seu modo, praticou a canalhage.

Rita Lavoyer - membro cia dos blogueiros

* ver texto anterior




sexta-feira, 19 de agosto de 2011

AMIGO AMOR


Ah, amigo Amor, eu não te agradeço por nada.
Melhor seria se tivesses partido
Antes de despertares a minha libido
Por quem fui , de súbito, abordada.

Ah, meu Amor, passaste a Paixão tão lasciva
Correste minhas veias em pólvora
Deixando rastros que queimam, ainda agora
Afrontaste teu projétil na glândula da minha ogiva.


Se puxarmos o elo tudo explode
Te cravarão, Amor, os meus estilhaços
Rompendo-te em fragmentos para uma ode.

Ela te louvará, amigo, pelos espaços
Das quadras que regenera e acode
Versarei com a inimiga Paixão o lirismo dos teus traços.


Rita Lavoyer


PÁGINA DA FONTE DE IMAGENS: http://obviousmag.org/archives/2007/12/uma_entrevista.html

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

SEM AVISAR


imagem da inernet


Sem avisar, eu fui à sua casa.
O portão eu o empurrei.
Entrei sem avisar que chegava à sua casa.
As portas e as janelas estavam trancadas. Todas.
Aonde foi?
A tarde estava mais escura
do que aquelas tardes em que estava.
Sem avisar, eu fui à sua casa levar-lhe presente,
flores e um doce.
Retornaria certamente.
Sem avisar,

eu os deixei sobre a mesa da varanda,
e saí sem olhar para trás.
Não me chamou!
Ainda não é primavera, mas chegará.
No trajeto eu senti que,
realmente, faltava algo lá.
O sol se foi de verdade e
voltou de verdade novamente.
Sem avisar, eu retornei à sua casa.
As formigas e outras espécies

bancateavam-se num presente.
Tudo porque, ontem, não me avisou que partiria de verdade.
Psiu!
Não avisarei a ninguém que eu chorei.
A primavera não chega sem avisar.
Chega simplesmente.


Rita Lavoyer


Um leitor perguntou-me o que é bancatear - sem aspas mesmo.

Resposta: Fazer um banquete às minhas custas: banqueteavam-se sem bancar. Nem as formigas avisam.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

QUERO SER UM PAI COMO O SENHOR



Não apenas hoje, mas todos os dias eu me lembro do senhor, porque tudo o que tenho traz a sua imagem.

Pai, revirando o baú da minha história, nos vi naquele balanço que o senhor insistia em se encaixar, querendo me segurar em seu colo. Pai, ali só cabia uma criança e o senhor dizia que ela era você. O senhor se lembra de quando eu era o seu pai? Eu vestia a sua roupa e escovava os seus dentes?


Seu garotão! É isso que o senhor ainda é. Um meninão que sempre me fez gente grande. Sempre fui franzino, pai, mas o senhor me achava o máximo. Ah, fala sério, sabia que eu não levava jeito para o futebol, mas o senhor torcia desvairadamente quando eu apenas corria atrás da bola.


O senhor se lembra das minhas notas vermelhas? E me dizia sempre que melhoraria se eu me esforçasse. Estudava sempre a matemática comigo. O senhor me dizia ser o melhor nessa disciplina. A mamãe te olhava com rabo de olho desmentindo-o. Eu sei que o senhor é o melhor na matemática. Consegue multiplicar paciência, amor e me dobrou as esperanças. O senhor também é cientista, mágico, profeta. Conseguiu comigo o que até Deus duvidava. Pai, o senhor soube ser o Deus, ainda é e será sempre o meu herói.


Que coisa mais linda vendo-o abraçado à mamãe. Que casal vocês formam. Um bom pai se completa com uma boa mãe e vice-versa. E eu tenho que pedir mais o quê? Vivo em porto seguro, me ensinaram o caminho da religião, do respeito ao próximo e a mim mesmo.


Vi e passei por momentos difíceis, mas nunca me deixou desanimar. Pai, o senhor esteve presente no meu passado e estará no meu futuro. O senhor é o meu presente. Eu o ganhei logo que me desembalaram na maternidade.


Que pena, pai, poucos conseguirem ter um pai como eu tenho.


Pai, quando eu for pai, quero ser o pai que o senhor é. E quando o meu filho me olhar, que veja em mim a sua figura de homem de respeito.


Não vou amá-lo, presenteá-lo e agradecê-lo somente nos dias dos pais. Eu sou o seu filho todos os dias; o senhor, o meu pai eternamente.

Hum... é um lírico masculino. Estou com febre


Rita Lavoyer






sexta-feira, 5 de agosto de 2011

UMA CANÇÃO PARA DIONE






Uma homenagem ao personagem Gilvan, da novela Insensato Coração.
Que o episódio sirva de alerta às autoridades.
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Texto publicado no Jornal Folha da Região em 04/2010




Na certidão: Dione Francisco.

Dione era calmo; seu semblante, angelical. De seus olhos amendoados podia-se extrair brilhos multifacetários, e ele os multiplicava em suas doações, para enfeitar ainda mais os traços finais de sua cútis de porcelana.

Os lábios de Dione tinham contornos delicados e a cor de carmim exalava uma saúde inspiradora de onde fluía sorriso farto.
Os cabelos cacheados escondiam-lhe os ombros. A malha grudada na silhueta, mostrava peculiaridades expostas num corpo de mito. Assim a natureza o fez, assim a natureza o queria.

O Dione se fazia amigo dos colegas com uma força exagerada de se sentir igual. Dione era igual aos demais “diones”, embora os seus semelhantes o diferenciassem.
Em riste um, outro e tantos mais, foram os dedos que apontavam-no em julgamentos depreciativos.
Oh, Dione! Meigo Dione!

O tempo encurtava-se e as horas prometidas aproximavam-se. Seus passos delicados, outrora firmes, flutuaram sobre os ponteiros que marcavam o momento da dança no compasso das ameaças. Sem um par, Dione dançava no palco marcado com vara de giz.

Com a sua física indefesa, provou trocas de energias, perdendo de vez as suas partículas elementares. Castraram sua biologia, subtraíram-lhe sua igualdade.
Rasparam-lhe os cabelos, deram cabo àquele sorriso de paz. Os seus olhos injetados de sonhos foram chutados, fecharam-se diante de tanta impiedade.

Suas folhas voaram com o desespero do vento, levando, manchada, a sua história mal escrita ao tempo. O semblante daquele que um dia foi, é, agora, deformação. Do seu nu estendido no chão, uma geografia desfigurada escorria entre os vegetais daquele meio natural de relações.
Faixaram-no Jhonny. “Johnny Francis.”


Oh, Dione! Como eu o vejo, agora, nesse chão pisado e cuspido por “homens de fibra”?
Cadê você, meu amigo? A sua casa, o seu sobrenome, a sua identidade cadê?

Que vontade de abraçá-lo e protegê-lo, mas cadê você, meu irmão, nesses pedaços de corpo que eu vejo?

Ouça a minha canção, meu filho querido! Que eu cantarei a tantos como você. É um pouquinho do que posso fazer. Quero cantá-los.


Ah! Esqueço-me, sempre, que eu não sei cantar... Sempre mesmo!

A minha voz não é bela, o meu som não tem ritmo, mas eu quero tanto uma canção para você, meu esposo!
Vá, meu amante, ouvir a canção que palpitou no seu peito, e arregaçou as mangas do seu verbo de vida.
Vá, no balanço da alma, exalar o seu perfume sem mais e nem menos.

Vá, meu pai amado, celebrar o bailado da sua pureza. Da natureza foi parte integrante, mas quantos amantes não o conheceram no amor.

Oh, criatura perfeita! Em quantas canções ainda tem que gritar? Lá, no seu encalço, pregaram um decalque e prometeram arrancá-lo com a justiça das mãos.

Quem sabe no palco de Apolo um anjo lhe cante uma música. Porque na do homem, você dançou Johnny. Você dançou!


Onde estiver aprenda: antes de ir à guerra cante uma canção em louvor ao seu deus. Já sinto, companheiro! Já sinto, que no oráculo ouvirá melodias de amor.


Vá até ele, um deus o espera para brincarem juntos com um disco cuja canção não desfigure o seu semblante de gente.
Ouça canções, querido! Ouça canções.


Perdoe-me, Dione! Perdoe-me, mas eu não sei cantar.

Rita Lavoyer é membro da Cia dos blogueiros





quinta-feira, 4 de agosto de 2011

A HISTÓRIA DO GRANDE HOMEM

Imgem da internet- lagrimasdaalma.blogger.com.br




A história que eu vou contar,
faz calar na garganta as palavras.
Busco no coração
palavras cheias de amor
para falar de um Homem
que nasceu para viver nesta Terra.
Um italiano, velho de guerra,
fugiu puxando pelo braço
a mulher que trazia no seu ventre
aquele que é o meu Avô.
Eu conto esta história
do jeito que ele contou:

Oh, Terra mãe!
Que faz brotar verde esperança,
alimenta qualquer criança
que à luz ainda não veio.
Se faz inteira, inteira esteio.
É fogo, é água, é ar.
É para o homem o seio.

E ele veio! E ele veio!
Na primavera de flores,
mulher-terra dava à luz
nos bastidores do céu.
Carro de boi tocou,
Foi doutor na enxada
e muito verde ele salvou.
Foi lavrador.
Do que plantou colheu.
Colheu frutos do amor.

E nesta Terra
de gente de toda a vida,
muitas foram paridas
entre os verdes que de suas
mãos brotaram.
Foi lavrador.
Do que plantou colheu
e os seus frutos o amaram.

De seu canto, em qualquer canto,
ele é o menestrel.
Soube receber da Terra
todo seu leite e mel.

Quando me chamava eu ia sempre,
chamando-me ainda vou.
Se faço canção pra ele
Regozijo-me com a voz do meu Avô.
No meu medo de criança
Ele acendia a luz
E a luz do brilho dele
No meu mundo eu sempre pus.


Os seus dentes que não tinha
iluminava o meu sorriso,
a alegria que me deu
ainda é tudo o que preciso.
Os cabelos de brilhante
caindo-lhe sobre a testa
são as jóias de um Homem
que aparou tantas arestas.


Hoje a Terra abraça feliz,
dentro do seu ventre,
O meu querido Avô.
Um velho Homem
que só levou o que colheu:
Tudo o que a Terra precisa
para lhe matar a fome.
Ela brotou uma criança
e recebeu um grande Homem.

Você, meu grande Avô,
que nos foi tão grande pai,
aos meus irmãos e a mim,
os versos que escrevo
são apenas um agrado.
Pois bem sabemos nós
que a sua história não tem fim.


Um beijo DINHO!

O NOME DELE É VITÓRIO.


Rita Lavoyer é membro da Cia dos blogueiros

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

PROCURANDO ARAÇATUBENSE ATRAVÉS DO MEU BLOG

Gilberto Ohoishi disse...
Bom dia, estou a procura de dois amigos de Araçatuba, que não vejo a muito tempo e que perdi o contato.
Satiko kubo ou Okubo e seu esposo Ticão (caminhoneiro na época 1990).
Se alguém tiver alguma notícia ou contato, favor enviar para gilberto_ohoishi@ig.com.br Obrigado.

3 de março de 2011 12:14